Viagens na Minha Terra

Viagens na Minha Terra Biblioteca Ulisseia de Autores PortuguesesO Romance resume se a intricada hist ria de uma velhinha com sua neta Joaninha A menina mo a tem um primo filho da nica filha da av que j falecera A mo

  • Title: Viagens na Minha Terra
  • Author: Almeida Garrett
  • ISBN: null
  • Page: 340
  • Format: Paperback
  • Biblioteca Ulisseia de Autores PortuguesesO Romance resume se, a intricada hist ria, de uma velhinha com sua neta Joaninha A menina mo a, tem um primo, filho da nica filha da av , que j falecera A mo a tinha por si s a av Todas as semanas, Frei Dinis, vinha visit las, e algumas vezes trazia not cias de Carlos, que j algum tempo, fazia parte do s quito de D PedroBiblioteca Ulisseia de Autores PortuguesesO Romance resume se, a intricada hist ria, de uma velhinha com sua neta Joaninha A menina mo a, tem um primo, filho da nica filha da av , que j falecera A mo a tinha por si s a av Todas as semanas, Frei Dinis, vinha visit las, e algumas vezes trazia not cias de Carlos, que j algum tempo, fazia parte do s quito de D Pedro S que a maneira como Frei Dinis falava de Carlos, dava para perceber algo, que s a idosa e Frei Dinis conheciam Passara o ano de 1830, Carlos formara se em Coimbra, e s ent o visitou a fam lia, mas com muitas retic ncias em rela o a av e Frei Dinis Carlos tamb m pressentia que ele e a av mantinham um segredo Carlos, nas suas andan as, j tinha eleito uma fidalga para ele D Georgina, mulher de fino trato No entanto a guerra civil progredia, eram meados de 1833 Os Constitucionalistas tinham tomado a Esquadra de D Miguel, Lisboa estava em poder deles, e Carlos era um dos guerreiros da parte Realista Em 11 de Outubro, os soldados est o todos por volta de Lisboa, as tropas constitucionais vinham ao encal o das Realistas, e na batalha sangrenta, muitos ficaram feridos A casa de Joaninha foi tomada por soldados Realistas, que vigiavam a passagem dos Constitucionais Numa das andan as de Joaninha, por perto de casa, encontra Carlos, ele pede que n o diga que ali est , mas abra am se e trocam juras de amor ali mesmo S que Carlos sabia que Georgina o esperava, e a sua mente tornou se confusa, j n o sabia se amava Georgina Com Carlos ferido e alojado perto do vale onde morava Joaninha, essa veio in meras vezes v lo, e ajud lo na enfermidade Certo dia Carlos depois de muita insist ncia de Joaninha foi ver a av , e ficou surpreso da cegueira da mesma, por l encontrou Frei Dinis, e quanto mais o olhava , menos gosto tinha Enquanto permaneceu por perto, Carlos e Joaninha mantiveram um t rrido romance Mas, Carlos, j refeito dos ferimentos seguiu para a tropa, e antes passa na casa da av para se despedir Implora que ela conte a verdade sobre o suspeito segredo Ent o, Dona Francisca conta que o Frei Dinis pai de Carlos, que a sua m e morreu de desgosto, e para se defender, Frei Dinis mata o pai de Joaninha, e o marido da sua amante Com isso Carlos parte, deixando Joaninha desolada Volta a viver com Georgina Escreve prima contando todo o seu romance com Georgina, o que para a mo a foi um impacto terr vel Mais Tarde Carlos se fez Bar o Tamb m abandona Georgina , que vira Abadessa Joaninha, enlouqueceu e morreu Frei Dinis foi quem cuidou da velha senhora at morte E assim o Comboio chega ao Terreiro do Pa o, e Garrett finaliza mais uma das suas melhores obras.

    One thought on “Viagens na Minha Terra”

    1. Depois de ter lido a poesia e os textos dramáticos, estava na altura de conhecer o seu único romance. Foi aos livros de escola de minha mãe, e encontrei esta narrativa maravilhosa.O romance em si não é dos mais fascinantes. É Joaninha, a " Menina dos rouxinóis " que torna o ambiente belo e trágico. Frei Dinis é daquelas personagens emblemáticas que se ama e odeia ao mesmo tempo. Sobretudo por causa da sua ligação a Carlos. E o apaixonado Carlos Há momentos que o adoro e outros que o [...]

    2. I am frequently impressed by the fact that manymany books of cultural value and significance, I mean in relation to the culture out of which they emerged and continue to abide, are, in relation to the English language reader, still BURIED. I've been encountering many such in my porto=spanish reading this year. And this is of course another one of these fish. Despite being translated as recently as 1987 and being published in the UNESCO Collection of Representative Works, Travels in My Homeland i [...]

    3. «Estas minhas interessantes viagens hão de ser uma obra-prima, erudita, brilhante de pensamentos novos, uma coisa digna do século () a minha obra é um símbolo é um mito, palavra grega, e de moda germânica, que se mete hoje em tudo e com que se explica tudo quando se não sabe explicar.» - p. 13Foi o estilo de prosa, acima de tudo, que me cativou em Viagens na Minha Terra. De Lisboa a Santarém, o autor reflete sobre a situação política e social do país, simultaneamente narrando o tr [...]

    4. "Estou deveras fatigado de Santarém; vou me embora"Se o próprio autor se diz cansado, imagine o leitor. Viagens na minha terra é um livro cansativo por ser muito regionalista e dependente de seu contexto histórico. As milhares de citações a diversos autores e histórias (clássicas ou nao) tornam ainda mais complicado o livro; limita-se apenas a específicos leitores. Apesar de possuir uma lista de glossário e explicações sobre a história na versão que li, ainda assim é difícil lê- [...]

    5. Thank God I have finished this I don't like this book very much, but it was nice to see that this second read was really different compared to when I read it foe the first time. I only give 3 stars, which is already a lot

    6. O romance (Novel) literário moderno surgiu em terras espanholas, numa altura em que as coroas espanhola e portuguesa pertenciam ao mesmo soberano. Foram precisos, contudo, cerca de 200 anos para Portugal adoptar este novo género literário. Numa Europa que já havia dado Stendhal, Jane Austen, Balzac e estava a dar Dickens, Brontës e Hugo (no que respeita a romancistas contemporâneos a Garrett), Portugal estava carente da chamada ficção pura (o próprio panorama literário português estav [...]

    7. O livro pode, de facto, ser dividido em dois. A parte onde o narrador narra (peço desculpa pela redundancia) a sua viagem para Santarém e outra onde o mesmo narra a historia romântica entre Joaninha e Carlos. Durante toda a narrativa, o narrador descreve a sua viagem e faz comentários sobre tudo o que acha pertinente, quer tenha alguma coisa a ver com a história ou não. Das primeiras vezes que isto aconteceu, eu tolerei. Achei chato, mas não ao ponto de largar o livro. Mas à medida que o [...]

    8. This book can almost be divided in two: one that justifies the title, where the author describes in first hand a travel from Lisboa to Santarem; and a parallel story about the forbidden love between Carlos and Joaninha and their relationship with their grandmother and a mysterious character called Frei Dinis. The first is hardly worth two stars, while the second could possibly go for a four stars. It left me, however, with an impression of being incomplete and badly contextualized. The writing s [...]

    9. Almeida Garrett escreve bem, no entanto confesso que não gosto da mistura de estilos e de géneros que ele usa neste livro. Creio também que a estrutura da obra foi bastante negligenciada, o que acaba por tornar o livro por vezes até aborrecido. O retrato da época é talvez o mais interessante, mas havia espaço para mais.

    10. Recordo-me que este livro foi um pouco chato, mas não deixa de ser interessante ler um clássico de Almeida Garret.

    11. Não vou fazer uma crítica muito extensa, mas apenas um pequeno comentário a este livro.Tive de ler este livro no âmbito de uma cadeira minha, relacionada com a vertente de Português, e confesso que a leitura não foi nada fácil. Na realidade, diria que li mais por obrigação do que por devoção, mas tal não significa que detestei a obra. Para começar, devo dizer que este livro encerra 2 planos narrativos: o relato das viagens do autor e a história "da menina dos rouxinóis" (história [...]

    12. Os editores desta obra, vendo a popularidade extraordinária que ela tinha alcançado quando publicada em fragmentos na Revista, entenderam fazer um serviço às letras e à glória do seu país, imprimindo-a agora reunida em um livro, para melhor se poder avaliar a variedade, a riqueza e a originalidade de seu estilo inimitável, da filosofia profunda que encerra e sobretudo o grande e transcendente pensamento moral a que sempre tende, já quando folga e ri com as mais graves coisas da vida, j [...]

    13. Um dos melhores livros da literatura portuguesa, "Viagens na Minha Terra" é uma história que se divide em duas partes essenciais, que complementam ao longo do livro: as divagações do autor, que discorre sobre variados temas (literatura, política, artes, etc.); e o romance entre Joaninha e o primo Carlos, que havia partido para a guerra civil.Incrível história para românticos e historiadores.

    14. O prólogo é extremamente egocentrico e vaidoso. Mas será para levar a sério? É que se trata, depois, de um livro muito bem humorado onde se nota que as notas de vaidade e superioridade, apesar de se notar que existem, são manifestamente exageradas e por isso o diálogo com o leitor traduz sempre tal ironia. O autor, viaja de lisboa ao ribatejo e traça a crónica das suas viagens, entretanto dá opinião sobre tudo, conta histórias, algumas mais breves a principal mais longa.a principal [...]

    15. Viagens na Minha Terra é um livro da autoria de Almeida Garrett; obra na qual se misturam o estilo digressivo da viagem real (que o autor fez de Lisboa a Santarém) e a narração novelesca em torno de Carlos, Frei Dinis e Joaninha.O livro Viagens na Minha Terra, publicado em volume em 1846, é o ponto de arranque da moderna prosa literária portuguesa: pela mistura de estilos e de géneros, pelo cruzamento de uma linguagem ora clássica ora popular, ora jornalística ora dramática, ressaltand [...]

    16. [Opinião no blog: howtoliveathousandlivessp]Viagens na Minha Terra é uma obra que mistura uma narração novelesca com os detalhes de uma viagem real (de Lisboa a Santarém). Almeida Garrett mistura no seu discurso elementos da linguagem ora clássica, ora popular e por vezes jornalística. É, portanto, uma obra original, mas cuja miscelânea de estilos e alternância dos planos temporais acaba por se tornar confusa para o leitor.No entanto, para além das digressões pessoais do narrador, a [...]

    17. Opinião completa aqui: presa-nas-palavrasO livro tem demasiadas referências literárias e históricas que requerem muito mais que o simples conhecimento geral e que acabam por, mais uma vez, dificultar a leitura. Entretanto surgiu algo que para mim fez realmente sentido: apareceu uma história de romance, entre o Carlos e a Joaninha, que eu achei que estava a ser mesmo boa e que me deixou a pensar que este era mais um daqueles livros que a ação demora para acontecer mas quando acontece é in [...]

    18. A primeira parte deste livro conta a viagem de Lisboa ao vale de Santarém, e é um pouco enfadonha Tem alguns trechos engraçados mas perde-se em filosofias aborrecidas!A seguir começa a história de Carlos e Joaninha. E aqui sim, temos uma história interessante! Entretanto voltamos às filosofias e conversas da treta, para acabarmos em grande com o desfecho da história de Carlos e Joaninha.Se o livro tivesse apenas a história dos dois primos era muito mais interessante, assim só lhe posso [...]

    19. An impressive incursion through the portuguese history and politics. The author manages to capture the readers atemption to several details of the Governement State vs the different ideals of the time, the war benefits and prejudices, giving his opinions and concepts on the literature and philosophic ideals that were dying and being born. He manages to talk all about these subjects, while he narrates a love story.

    20. A tragédia, o drama, o horror! Os miúdos ainda têm de estudar isto no Liceu, ou já actualizaram para algo mais eficaz do ponto de vista pedagógico? Está bem que Almeida Garrett não foi um qualquer, fez mais pela cultura deste país do que qualquer ministro da cultura ou da educação (ou equivalentes) desde ele. No entanto, as Viagens na Minha Terra são intragáveis.

    21. Esta foi seguramente a minha 3ª tentativa para ler este livro, não consigo, não sei se é a história se a maneira como está escrita.Talvez à 4ª seja de vez, agora continua a não prender nem entusiasmar, apesar do titulo e da sinopse serem bastante apelativos, daí tantas tentativas, já para não falar de ser um dos nossos clássicos.

    22. Inserido na disciplina de Português, adorei ler este livro. Este gosto foi reforçado pela viagem de estudo que fizemos, na tentativa de reproduzir os caminhos percorridos pelo autor. E foi fantástico, assim como inesquecível!

    23. I really loved this book. From the way in which Garrett aproaches the reader to how he interacts with his own characters - everything's very well put. Even thought it can be hard to read due to the amount of literary and historical references it is amazing and I highly recommend it.

    24. Muito chato. Muito muito chato. Foi com grande dificuldade que terminei de ler este livro. Muitas vezes só de ler algumas páginas me dava um incrível sono. O autor sempre reclama dos lugares que vai, porque não correspondem às suas expectativas. Só li ele por inteiro porque sou obrigada.

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