L'anno della morte di Ricardo Reis

L anno della morte di Ricardo Reis Ricardo Reis uno dei tanti nomi eteronimi appunto con i quali Fernando Pessoa massimo scrittore portoghese del Novecento firmava le sue opere A questo puro nome Jos Saramago con un invenzione ver

  • Title: L'anno della morte di Ricardo Reis
  • Author: José Saramago Rita Desti
  • ISBN: 9788481304893
  • Page: 304
  • Format: Hardcover
  • Ricardo Reis uno dei tanti nomi eteronimi , appunto con i quali Fernando Pessoa, massimo scrittore portoghese del Novecento, firmava le sue opere A questo puro nome Jos Saramago, con un invenzione vertiginosa che l omaggio, ma anche la dolce resa dei conti, di un grande nei confronti di un altro grande del passato prossimo d un corpo, e una storia, e un vissuRicardo Reis uno dei tanti nomi eteronimi , appunto con i quali Fernando Pessoa, massimo scrittore portoghese del Novecento, firmava le sue opere A questo puro nome Jos Saramago, con un invenzione vertiginosa che l omaggio, ma anche la dolce resa dei conti, di un grande nei confronti di un altro grande del passato prossimo d un corpo, e una storia, e un vissuto Lo fa tornare da Rio de Janeiro a Lisbona nel 1935, anno della morte di Pessoa, e lo fa morire un anno dopo, giusto in tempo perch possa visitare la tomba del suo creatore.Ma in quell anno, il 1936, non muore soltanto Ricardo, che non mai nato comincia anche a morire la grande civilt europea, che Pessoa aveva onorato, e che ora pare soccombere nella morsa nazifascista di Salazar, Franco, Hitler e Mussolini, con la tragedia della guerra di Spagna a segnare un sanguinoso destino di catastrofe L eteronimo sopravvive al suo fattore per un tempo breve, ma sufficiente per fargli commiserare il genio sprecato, l anacronismo di un altissimo umanesimo dato in pasto a un epoca di mostri.E Saramago, in questa sofferta elegia, ritrova la felicit di un affabulazione tanto ricca quanto dolorosa, in un miracolo di stile che riesce a far coincidere un vastissimo corredo di evocazioni liriche, di intimistiche nostalgie, di scavi abissali fino alla radice del senso dell esistere, con la durezza adamantina della denuncia politica, con un impegno etico e civile vieppi esaltato dalla singolarit del contesto la Psiche, la Cultura e la Storia, per una volta, si danno felicemente la mano.

    One thought on “L'anno della morte di Ricardo Reis”

    1. The only difference between life and death is that the living still have time, but the time to say that one word, to make that one gesture, is running out for them. What gesture, what word, I don't know, a man dies from not having said it, from not having made it, that is what he dies of, not from sickness, and that is why, when dead, he finds it so difficult to accept death. My dear Fernando Pessoa, you're reading things upside down. My dear Ricardo Reis, I can no longer read. Improbable on two [...]

    2. Fernando Pessoa (1888 - 1935)José Saramago (1922 – 2010), Prémio da Literatura 1998, publicou o romance “O Ano da Morte de Ricardo Reis” em 1984.Tal como o título indica, José Saramago, constrói a narrativa recorrendo a Ricardo Reis, a personagem principal do romance com uma identidade imaginária, um dos heterónimos do poeta e escritor Fernando Pessoa, “ele próprio”, uma personagem secundária.Ricardo Reis, com quarenta e oito anos de idade, natural do Porto, solteiro, médico [...]

    3. Não sei se esta é a história de Ricardo Reis, ou se Saramago o usou como pretexto para dar a conhecer o mundo, particularmente a Europa, no ano de 1936.Em qualquer dos casos, Ricardo Reis volta a Portugal, depois do exílio no Brasil, quando tem conhecimento da morte de Fernando Pessoa.Desembarca numa Lisboa sombria; sombria pelo tempo chuvoso e pelo clima político e social que se vive no país.Numa narrativa onde a melancolia dá mãos à beleza, o autor disseca a realidade crua de uma das [...]

    4. Vou tentar descrever o que senti durante a leitura deste livro maravilhoso de José Saramago. O Ano da Morte de Ricardo Reis é absolutamente fantástico. Fez-me amar mais Lisboa, as pessoas e a vida. O escritor conseguiu surpreender-me ao longo da leitura e viver algumas semanas no ambiente característico do século XIX. A mentalidade do povo português pouco mudou. Ricardo Reis regressa do Brasil depois de estar dezasseis anos longe do seu país. O estranhamento inicial e a procura de um luga [...]

    5. Este foi o oitavo livro de Saramago que li, comparativamente é talvez a sua melhor obra literária, não fazendo isso deste o seu melhor livro. A escrita, a investigação, a estrutura e a intertextualidade fazem deste trabalho uma obra de grande valor no domínio da arte das letras, contudo à história falta enredo e essencialmente conflito, o que torna a sua leitura um tanto espessa, por vezes penosa até, para o leitor.[Ler com formatação, links e imagens no VIvirtual-illusion/]“O Ano d [...]

    6. There are certain writers, and Saramago is clearly one of them, whose voice is so well defined we can recognise it within a few words. Even his less successful Novels are intensely pleasurable for me to read, simply because I love spending time in the presence of his voice (as translated by the wonderful Giovanni Pontiero of course). And here, in this text, we open the first page and read as follows:”Here the sea ends and the earth begins. It is raining over the colourless city. The waters of [...]

    7. Deep Inside LisbonHow is it possible to combine Kafka, Proust, and Borges to create something entirely unique and compelling? Only Saramago knows for sure. With him Portugal is the home of Everyman who copes with the quotidian as well as the bizarre with panache and fortitude. As an incidental benefit, Ricardo Reis also provides a synopsis of Iberian literary history as well as an interesting travelogue of Lisbon. Read this with Google Earth at hand as he takes you round Baixa and Rossio.

    8. Num regresso que recupera a nostalgia do épico de Camões, Ricardo Reis é somente um fragmento que chega de um sonho, de uma terra distante onde tudo é considerado irreal e fantástico. Regressa por esse rio Tejo, nobre conquistador de terras longínquas. Porque volta e para onde vai, é a questão fulcral neste O Ano de Morte de Ricardo Reis de José Saramago.Para que faz Saramago regressar afinal Ricardo Reis? Para o confrontar com o país que deixou dezasseis anos antes? Talvez. Para morre [...]

    9. Every time I read a book by Saramago I feel sad because he is no longer among us, to delight us with his writing, and that feels terrible. I felt this once more while reading this book, and I think I will feel it when I read the books I haven't read yet.Having said this, I had a wonderful time reading this book. Basically it tells what happens when Ricardo Reis, one of Fernando Pessoa's heteronyms, returns to Lisbon after sixteen years living in Brazil. There is a revolution in that country, Rei [...]

    10. Difficult to "fit" into the novel without some clarification especially on the work of Pessoa who Saramago leave here a tribute: Pessoa had the distinction of creating not only the novel characters but also of the authors of who the heteronyms which he exchange with, who he berates that protects and make full advantage of his work indeed the writer from his first texts demonstrates an appetite for madness schizophrenia and personalities than double this meeting imagine by Saramago between Pessoa [...]

    11. سنة موت ريكاردو ريس إذا لم تكن برتغاليا ً أو مطلعا ً على الأدب البرتغالي، ولم تقرأ المقدمة التي وضعها المترجم تحت عنوان ( إلى القارئ)، واعتذر فيها عن اضطراره للتفسير وأخذ يدك خلال الرواية، فستكون الحكاية بالنسبة لك، طبيب برتغالي يعود من البرازيل حيث عاش 16 عاما ً، ما الذي أعاد [...]

    12. Em 1988, uma das curvas apertadas da vida (serviço militar), desaguou-me em Mafra. Pareceu-me, então, ser uma excelente altura para, lendo o Memorial do Convento, iniciar-me em Saramago de quem tanto ouvira e nada houvera lido - e o muito que ouvira era essencialmente político e pouco abonatório. Adiante. Não consegui terminar as andanças de Blimunda e Baltasar Sete-Sóis: habituado a outros cânones literários (Steinbeck, Hemingway, então os meus faróis), o estilo de Saramago era-me de [...]

    13. this book is so beautifully written it hurts. it made me promptly go out and read other saramago, but nothing (including blindness) has compared yet (i'm going to read baltasar and blimunda soon). and the meta pomo on top of pomo backbone with pessoa and multiple character identities inhabiting books and wandering around in them, breathing and really walking around having lives and tributes inside other tributes, is ! pretty much perfect, i say.

    14. سيأتي يوم ينكرونك فيه مائة مرةويوم آخر ستكون أنت من يتمني ذلك فيهرواية هي من أقسي ما قرأت لساراماجو

    15. É do conhecimento público que eu adoro Saramago, é provavelmente o meu escritor preferido. Ainda assim, este livro é demasiado para mim. Ou eu sou demasiado pequena para ele. Vamos precisar de nos reencontrar daqui a uma ou duas dezenas de anos. Espero que ele esteja igual.Espero que eu esteja mais sábia.«Sempre vivi só, Também eu, mas a solidão não é viver só, a solidão é não sermos capazes de fazer companhia a alguém ou a alguma coisa que está dentro de nós, a solidão não [...]

    16. My first book by Joselito Saramago, 1998 Nobel Prize winner for literature.Ricardo Reis, a middle-aged poet and doctor of medicine, left Portugal sixteen years ago for Rio de Janeiro (Brazil) but has decided to come back after learning about the death of his friend, the poet Fernando Pessoa. At Lisbon, he stayed in a hotel and met a chamber maid named Lydia. They began an affair. After cleaning his room, Lydia cleans him too, using her natural juices as water and her body as a mop. Occasional te [...]

    17. Non è mai facile per me raccontare ciò che Saramago è in grado di regalarmi e darmi, ma questa volta cercherò di valicare il confine delle emozioni e essere più razionale possibile per parlare di questo libro."Qui dove il mare è finito e la terra attende" si narra la storia di Ricardo Reis, uno degli eteronimi dietro cui si cela la figura di Fernando Pessoa. Saramago introduce la figura di Ricardo Reis presentandoci un medico-poeta che ha vissuto per ben 16 anni in Brasile e che giunge sul [...]

    18. L'ho letto con insolita lentezza, assaporando riga dopo riga, soffermandomi sulle parole e seguendo suggestioni, rimandi e richiami. Ho letto le odi di Ricardo Reis, per ritrovarle tra i pensieri del protagonista di questo uno e mille libri al tempo stesso (come Pessoa?).Già l'incipit, bellissimo, "Qui il mare finisce e la terra comincia", crea quell'atmosfera indefinita, sospesa tra sogno e realtà, che caratterizza l'intero romanzo. Una città reale, Lisbona, che l'acqua dell'oceano, del fium [...]

    19. Il 30 novembre del 1935 morirono, nello stesso giorno, cinque fra i migliori scrittori portoghesi. Con la scomparsa di Fernando Pessoa non venne infatti solo a mancare la sua figura, ma anche quella dei suoi quattro "eteronimi", ovvero i quattro nomi d'arte che, in alternativa al suo, Pessoa utilizzò per firmare alcune delle sue principali opere letterarie: Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Bernardo Soares e Ricardo Reis.È proprio quest'ultimo che cinquant'anni dopo viene ripreso da José Sar [...]

    20. E’ il 30 dicembre 1935. A Lisbona, proveniente dal Brasile, sbarca un medico e poeta, Ricardo Reis, che manca dal Portogallo da 16 anni, un uomo in realtà mai esistito se non nella fantasia di Fernando Pessoa, morto il 30 novembre1935. Reis e Pessoa: un personaggio finto, uno scrittore inventato da un altro scrittore, morto da un mese. Ecco due dei protagonisti del romanzo di Saramago, due fantasmi, uno è un fantasma della mente dell’altro, che è un fantasma vero. Niente altro che finzion [...]

    21. Saramago novels are always worth reading, but this one perhaps less so than works like "Seeing" and "Blindness." The premise is an interesting one. Fernando Pessoa, the great Portuguese poet, has just died. Shortly thereafter, one of the fictitious persons under whose name he wrote poetry, Richard Reis, returns to Lisbon from Brazil where he has lived for sixteen years. He meets Pessoa, now a sort of revenant, who tells him that the dead have nine months to return from the grave from time to tim [...]

    22. A strange, dreamy book that is as much about how life fades into death as early 20th Century Portuguese history. Saramago's voice dominates every page of the work to the extent that it seems to be a monologue about a fictional figure and not a novel in the traditional sense. Reis, the main character -- other than the narrator -- was a pseudonym used by the poet Fernando Pessoa, and here Saramago imagines his return to Portugal on the occasion of his creator's death after 16 years in Brazil. It w [...]

    23. The Choices of Ricardo ReisA LETTER TO WAH-MING CHANG Marcenda placed her right hand over her left. Both were cold, yet between the two was the difference between the quick and the dead, between what can still be salvaged and what is forever lost.Dear Wah-Ming --This letter, full of still-incomplete thoughts, comes to you because it was you who suggested Saramago's "The Year of the Death of Ricardo Reis" to me, and you I've thought of often as I read the book. Perhaps that seems strange, because [...]

    24. “Films, like poetry, are the art of illusion, by adjusting a mirror you can transform a bog into the ocean.”This simple comparison really bares the soul of poetry – just shift a little bit a vantage point and the whole world will be seen in a new marvellous light. “A poet does not ask that his muses speak, only that they exist, Neaera, Lydia, Chloe.”The Year of the Death of Ricardo Reis is much more than just a tribute to a great poet – it is a resurrection of one poet in the mind of [...]

    25. Il libro di Saramago che ho più amato. Quello in cui la sua propensione alla parabola o alla chiave paradossale (distopica) lascia spazio e si scioglie alla vita, seguita con minuzia, passo passo.

    26. الروائي الممتاز هو الذي ينجح برأيي بجعل ابطاله جزءا من حياة قارئيه جزءا من روتينه من قهوته من افكاره ، و دخيلا الى احلامه ، نجح ريكاردو ريس الشخصية الوهمية لدى فريناندو الشاعر البرتغالي ان يكون حياة بذاتها منفصلا عن ذاتيته الوجودية الخيالية في الشعر البرتغالي أن يكون جزءا ع [...]

    27. ساراماجو هنا قاسى جدااا منح الابطال كل شىء وخد منهم كل شىء الرواية فيها كل معانى قسوة الحياة الحب والامل والعبثية الحرب والتردد ادتها اربع نجوم لكثرة الجزء السياسى فى اخرها اللى افقدها رونقها فى نظرى

    28. I've said it before, I am wholly biased in favor of Saramago's writing and style, and will likely enjoy anything he writes. I loved the prose, the existentialist despair, the story of revolution and the spectre of fascism rising in Europe during the time of Franco and his contemporaries, and the book was eminently quotable. I have to admit that I was at a significant disadvantage not being familiar with Fernando Pessoa or his (many) heteronyms, of which Ricardo Reis was one. I feel like if I had [...]

    29. I feel awful saying this, but this book is a pretty dull read. I feel like this admission will require me to hand back my Portuguese passport and sever all ties with certain family members.Ricardo Reis comes back to Lisbon after 16 years in Brazil and proceeds to have a desultory wander through Lisbon and the lives of two women. Usually in the rain. I appreciate the socio political commentary, if not satire, of a pathetic crypto fascist state agog with the spectacle of the Spanish civil war, I t [...]

    30. هذه الرواية من وجهة نظري أكثر أعمال سارماغو صعوبة ربما لأنها تتناول شخصية ريكاردو ريس وهو أحد الشخصيات التي صنعها شاعر البرتغال الكبير فرننادو بيسواوجعلها تبدو كشخصية أدبية حقيقية قرأت هذه الرواية قبل قراءة بيسوا وقرأتها بعد أن تعرفت على ذلك الشاعر الكبير اعتقد أنني فهمته [...]

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